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Folhas do soneto

Por: Bárbara Fragoso

Lá estava eu, imersa nos pensamentos e canções.
Precisava abrir as janelas da alma, respirar fundo e criar raízes.
Aos poucos, ramificações surgiram.
O sol já cintilava na palma das minhas mãos.
Sim! Eu podia criar o mais longo soneto.
Deixei-me levar pelos acordes que surgiram.
Nem o vento podia roubar as folhas do meu pensamento.

Comentários

FeHCarol disse…
Prima o blog tá lindo!!!
Amei, amei ; D
Bárbara Fragoso disse…
Obrigaada, prima! Volte sempre, hein?! rs