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Logaritmos e Nietzsche

Por: Bárbara Fragoso

Inglês, francês, latim, grego, italiano e espanhol.
Sábio em línguas e contos. Maravilhas do céu e podridão do homem.
Histórias doces, recheadas de fel.
Sobrevoamos nos logaritmos e eu, muda, parecia uma criança a lhe observar.
Falei de Nietzsche.
Com os olhos arregalados, Perona me interrogou.
Para ele, aquele que afirmou a morte de Deus não merecia meu tempo.
Adorava me desafiar nos pensamentos gritantes e ambíguos.
Eu sabia que não havia criado Deus, para ele me criar.
Dispunha do meu tempo e punha-me a rezar.

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